Optou pela magistratura. Desembargador da Relação de Lisboa (matriculado em Direito
3-10-1864), depois Juiz Aposentado da Relação.
**CARREIRA MAIS DETALHADA (2026-08-26/27)**, achado em "Achados/OldNews Finds" (jornais
portugueses do séc. XIX, verificados directamente por mim):
- ~1870: Administrador do concelho (provavelmente de Mangualde) — "O Viriato", 21-06-1870,
reporta e desmente com veemência um rumor da sua demissão deste cargo: "não podemos
convencer-nos de que seja verdadeira tão extranha asserção [...] O sr. Brandão é um
funccionario habil e distinctissimo".
- 1884: Delegado (do procurador régio/ministério público) na comarca de Tondela — "O
Viriato", 8-04-1884: "o sr. dr. Cesar d'Abranches Brandão, intelligente e digno delegado
na comarca de Tondella".
- 1890-1893: já "juiz de direito" e depois "Desembargador", presente em várias listas de
convidados de casamentos da alta sociedade lisboeta ligada à família Costa Brandão e
Albuquerque (ramo de Torroselo/Ervedal), sempre como "tio" dos noivos/noivas — "Diario
Illustrado", 30-11-1890 e 6-02-1893; confirmado também por "Jornal do Porto", 2-12-1890.
vida
Nascimento2 out. 1837 · Seixo confirmado
Morte8 abr. 1916 · Rua Miguel Bombarda, Cacilhas, concelho de Almada (residência: Quinta da Oliveira, Cacilhas) confirmado