cronologia
De 1652 até hoje: nascimentos e mortes de todas as pessoas que aparecem neste site, e os marcos que mais mudaram o que sei, cada um com o seu selo de confiança. Filtra por tipo ou por ramo.
66 acontecimentos
século XVII
Nasce em Torroselo o homem que, ao casar em Travancinha em 1677, une as duas terras da mesma família Abranches Brandão. Informação de uma fonte genealógica secundária.
fontes: Geneall
Viria a ser o Capitão-mor da casa fidalga de Travancinha. Casou três vezes.
fontes: Geneall
século XVIII
Pelo Capitão-mor Manoel de Abranches Brandão e pela primeira mulher, D. Maria Micaela Pereira (Registo Vincular da Guarda).
fontes: Registo Vincular da Guarda
"Casado com dona Anna." O registo está muito danificado e foi lido diretamente no original.
século XIX
O Capitão-mor reformado José Homem d'Abranches Brandão aparece com o maior prejuízo da lista: 536 800 réis.
fontes: Rocha Fontes (2002), p. 213
Os pais do primeiro José Borges Pidrança. O assento é de leitura difícil, por causa da tinta transpassada.
Pela Décima do primeiro semestre: 22 145 réis só pela casa e fazenda.
fontes: Rocha Fontes (2002), pp. 225–226
Ainda assina só "José", sem o apelido. É o registo mais antigo confirmado desta linhagem.
Carta de mercê de D. Maria II: Cavaleiro da Ordem de Cristo pela lealdade como Administrador do Concelho de Seia durante a revolta que afligiu o país, provavelmente a Patuleia.
Quatro anos depois de ser feito Cavaleiro da Ordem de Cristo.
fontes: Registos paroquiais (Guarda)
No baptismo da filha Anna, José Borges Pidrança escreve-se pela primeira vez com o apelido por extenso. Em 1831, no baptismo do irmão, o apelido ainda não aparece. A origem do nome fica entre estas duas datas.
fontes: Registos paroquiais (Guarda)
Na igreja de Nossa Senhora do Rosário de Travancinha. Ele é filho de José Marques e Maria Rita, ela de Manuel Francisco Marques e Josefa Maria, todos naturais de Travancinha. Foram os avós maternos da Maria Emília Pidrança, e a Rita Emília casaria em 1891 com o primeiro Pidrança da minha linha direta.
fontes: Registos paroquiais (Guarda)
O óbito do pai de José Borges Pidrança já usa o apelido, o que sugere que ele pode ter começado com o pai.
fontes: Registos paroquiais (Guarda)
Às 6 da manhã. A morte é confirmada por três jornais nacionais e pelo registo paroquial.
fontes: Registos paroquiais (Guarda) · O Viriato · Diário Ilustrado · A Nação
Solteira e proprietária, morre de morte súbita em casa. É a primeira vez que um documento nos dá alguém a viver na Quinta da Pidrança.
fontes: Registos paroquiais (Guarda)
Em Travancinha. Dele e dela descende a minha linha direta.
fontes: Registos paroquiais (Guarda)
século XX
Já "proprietário": ao longo da vida passou de jornaleiro a proprietário.
fontes: Registos paroquiais (Guarda)
Herda o apelido sem manual de instruções e, uns anos depois, resolve ir ver de onde ele vem. Ainda não chegou à resposta, mas já vai com trezentos e tal anos de antepassados em cima.
século XXI